Referência da Imagem

Montagem feita por: Carolina Azambuja

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Institucionalizando o MCEByte - Atividade Individual - Eduardo Fernandes


Produção/Criação
     Contempla os procedimentos relacionados à manutenção do maior rigor possível na produção dos documentos de arquivo, abrangendo definição de normas, conteúdo, modelos, formato e trâmite; o papel do arquivista é de conselheiro, de consultor ao produtor do documento por meio da elaboração de manuais de produção de documentos; a execução adequada desta função demanda um conhecimento profundo da instituição, seus objetivos e missão, as tecnologias disponíveis e os tipos de documentos adequados ao exercício do negócio da instituição." (SANTOS, 2008)

     Sua relação com os documentos digitais está ligada na definição de normas, conteúdo, modelos e formato dos documentos, assim como seu trâmite na rede virtual. O documento digital também deve estar ligado a atividade administrativa da instituição.

Avaliação
     "Feita a partir de critérios pré-estabelecidos, definição dos prazos de guarda e destinação (eliminação ou preservação permanente) da documentação arquivística de uma dada instituição; a avaliação demanda conhecimento do funcionamento da instituição, sua estrutura administrativa, sua missão, objetivos e atividades geradoras de documentos, contempla a participação do arquivista nas ações da Comissão Permanente de Avaliação de documentos, na elaboração e na aplicação da tabela de temporalidade, bem como os editais e listas de descarte e eliminação de documentos arquivísticos e a sujeição desses instrumentos à instituição arquivística na esfera de competência, no caso dos órgãos governamentais; também abrange a atividade de fiscalização visando evitar a eliminação não autorizada de documentos arquivísticos; no âmbito da destinação orientada pela avaliação, abrange a prática de microfilmagem e de digitalização de documentos; nesta função também se inserem estudos para a definição de critérios de seleção de amostragem para séries documentais elimináveis." (SANTOS, 2008).

     O documento digital está dentro dos prazos de guarda e destinação, seja para eliminação ou guarda permanente da documentação arquivística da instituição, seja mesmo em mudança de suportes como microfilmes, não sendo necessário a digitalização, sendo ele já um documento digital.

Aquisição
     "Contempla a entrada de documentos no arquivo corrente, intermediário e permanente; refere-se ao arquivamento corrente e aos procedimentos de transferência e recebimento de acervo; cabe ao arquivista estabelecer as regras e procedimentos para assegurar que o acervo recebido é completo, confiável e autêntico e; desta forma, lhe conferir o máximo de credibilidade como evidência, testemunha do contexto de sua criação e fonte de informação, esta função, mais evidente nos arquivos permanentes, abrange a doação, a dação (em troca de dívida), depósito e empréstimo sobre custódia temporária e, ainda, a contemplação de acervos por meio da microfilmagem de documentos pertencentes a outras instituições, mas que tem interesse fundamental ao fundo em custódia." (SANTOS, 2008).

     Por o documento digital estar presente nas três idades (corrente, intermediário e permanente), sua aquisição se dá por meio de sua transferência nas redes virtuais da instituição e para outras instituição em razão de doação, dação, depósito e empréstimo sobre custódia temporária, de maneira que elas não venham a ameaçar sua autenticidade, confiabilidade e outras características que façam o documento ser completo.

Conservação/Preservação
     "É um conjunto de ações estabilizadoras que visam desacelerar o processo de degradação de documentos ou objetos, por meio de controle ambiental e de tratamentos específicos(higienização, reparos e acondicionamento)." (Coleção Como Fazer 5).

     Para desacelerar o processo de degradação dos documentos digitais, o sistema virtual da instituição deve  definir critérios e regras que visem a conservação da estrutura do documento.

Classificação
     "Refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções, atividades e ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases correntes e intermediária e a elaboração de quadros de arranjo na fase permanente; a classificação orienta a organização intelectual do acervo de forma a refletir a estrutura organizacional e decisória da instituição acumuladora e facilitar o acesso aos documentos produzidos; para criar o plano o arquivista deve ter autorização expressa da direção da instituição e ter acesso aos dossiês, documentos e processos de trabalho; também abrange fiscalização e controle da utilização correta do plano bem como contato com os setores produtores a fim de identificar possíveis necessidades de revisão deste instrumento, efetivando-as quando julgadas cabíveis." (SANTOS, 2008).

     Assim como os documentos físicos, os documentos digitais utilizam planos de classificação que mostram as suas funções, atividades e ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases correntes e intermediária e a elaboração de quadros de arranjo na fase permanente. Os documentos digitais refletem a estrutura organizacional da instituição e decisória da instituição, assim como facilitar o acesso aos documentos produzidos.

Descrição
     "Conjunto de procedimentos que leva em conta os elementos formais e de conteúdo dos documentos para elaboração de instrumentos de pesquisa." (Dicionário de Terminologia Arquivística, 2005).

     Sendo definidos modelos, normas e estruturas adequadas para a identificação do documento, a descrição tem relação com os elementos formais e conteúdo dos mesmos, podendo ser utilizados para elaboração de instrumentos de pesquisa.

Difusão
     Na definição do Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa de 2001, "difusão" tem mais relação com a divulgação, propagação de ideia. Ocorre, porém, que o termo adotado pelo Dicionário de Terminologia Arquivística e pelo Dicionário brasileiro de Terminologia Arquivística, é "acesso"que, segundo proposta selecionada da segunda obra, é a "função arquivística destinada a tornar acessíveis os documentos e a promover sua utilização" (SANTOS, 2008).

     Através de uma máquina que funcione a partir de códigos binários, o documento digital pode se tornar acessível e promover a sua utilização

Aluno: Eduardo Ferreira Fernandes
Matrícula: 10/0129510

ATIVIDADE 2: FUNÇÕES ARQUIVÍSTICAS - 07/06/2013

CAROLINA ATHAYDE AZAMBUJA - 11/0009851

São sete as funções arquivísticas:

  • PRODUÇÃO: o documento deve ser produzido de acordo com as atividades da instituição que criou efetivamente este documento, evitando a criação (e guarda posterior) de documentos sem utilidade.
        > No meio digital, esta cautela com a produção desnecessária deve ser ainda maior. A facilidade com que se cria um documento em meio digital/eletrônico é muito maior do que de um documento físico, o que pode ocasionar em guarda de documentos desnecessários e desorganização.

  • AVALIAÇÃO: a avaliação consiste na valoração do documento, identificando se ele será eliminado ou guardado, utiliza-se como instrumento a Tabela de Temporalidade e há o apoio do Arquivo Nacional e da CPAD (Comissão Permanente de Avaliação de Documentos), verificando se os documentos podem realmente ser eliminados.
        > Tal como os documentos físicos, os documentos digitais também passam pelo processo de Avaliação, que não difere da forma convencional, apesar de ter facilitadores no meio eletrônico – como sistemas – que facilitam esse processo.

  • AQUISIÇÃO:  recepção do documento em suas três idades. É neste momento (função) que há a inclusão do documento arquivístico nas atividade e funções da instituição (produtora). Verifica-se aqui, também, a autenticidade do documento.

        > No processo de aquisição de um documento em meio digital, este deve passar por todo um processo (além da verificação de autenticidade), bem como o documento físico.

  • CONSERVAÇÃO: é uma forma de fazer com que a integridade da informação não se perca por fatores físicos. O documento recebe um tratamento e fica sob condições climáticas que evitam ou desaceleram sua deterioração. 

        > No meio digital a conservação também tem como foco manter a integridade informacional, porém, a forma de deterioração é outra. Com a evolução tecnológica, a informação deve ser frequentemente adaptada ao surgimento de novos suportes e formatos.

  • CLASSIFICAÇÃO: é a palavra-chave quando se fala em organização documental dentro de um arquivo. Há a divisão e guarda dos documentos de acordo com seu conteúdo, assunto e função. O instrumento utilizado na classificação documental é o Plano de Classificação, e esse deve atender às necessidades de acordo com a produção documental na instituição.

        > A classificação de documentos digitais também é necessária, e deve ser feita atenciosamente, para que não se perca qualquer informação.

  • DESCRIÇÃO: é a forma de recuperação informacional e localização dos documento do acervo. A indexação é fundamental para que a informação procurada seja efetivamente encontrada.

        > Igualmente ao processo de descrição de documentos físicos, mas no meio digital, devido às ferramentas avançadas da tecnologia, este processo se torna mais fácil.


  • DIFUSÃO: é o processo mais próximo aos usuários, onde há a disseminação da informação do arquivo para esses usuários. O acesso à informação deve ser regulado e a disseminação dessa informação deve ser direcionada aos usuários que terão acesso à essa informação.

        > A difusão de documentos digitais é uma das qualidades do documento desse meio frente aos documentos físicos. Sua disseminação é muito mais veloz e prática, graças à Rede Mundial de Computadores, a famosa internet.

BOM FIM DE SEMANA A TODOS!

                                                       Fonte imagem: http://flickrhivemind.net/Tags/cremosidade/Interesting

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Resposta ao post - Cyberland!

Ficha Documental

Características

             Estabilidade e forma fixa: Explícitas já que se constitui no documento arquivístico e é entendido como informação registrada num suporte.
          Relação orgânica: O Pedido/ Contrato é orgânico á empresa MCEByte, conforme afirmação a seguir: “No caso do documento arquivístico digital se dá entre documentos dentro e fora do sistema, isto é, nos chamados ambientes híbridos os quais se caracterizam por abranger documentos digitais e não digitais ao mesmo tempo (DURANTI; THIBODEAU, 2008)”.
            Contexto identificável: O documento será arquivado e guardado por conter informações sobre um pedido de contrato que o cliente fez o que é importante para o setor financeiro.                      Ação: È importante manter o documento para caso tenha que comprovar que a pessoa fez o passeio, concordou com os termos da empresa e autorizou a empresa a realizar tal procedimento.

Partes constituintes

Forma documental:
Elementos intrínsecos:
·         Cinco pessoas:
- Autor: MCEByte
- Redator: MCEByte
- Destinatário: Setor Financeiro da MCEByte
- Originador: MCEByte
- Produtor: MCEByte
·         Data cronológica: 23/04/1997
·         Data tópica:
·         Indicação e descrição da ação: Pedido/ Contrato;
·         Atestação: A logomarca da empresa e assinatura.

Elementos extrínsecos:
·         Apresentação geral: Textual
·         Apresentação específica: layout de Pedido
·         Outros: Logomarca da empresa e assinatura.

Anotações:
·         Data de elaboração: 23/04/1997;

Contexto:
·         Jurídico administrativo: Comprovante de Contrato;
·         De proveniência: Regulamento da empresa;
·         De procedimentos: Comprovante de Contrato;
·         Documental:
·         Tecnológico: Banco de dados da empresa.

Atributos:
·         Nome do autor: MCEByte
·         Formato: Documento em PDF
·         Componentes digitais:
-  Dados de forma: Layout de um pedido/ contrato;

-  Dados de conteúdo: Texto, logomarca e assinatura.




terça-feira, 14 de maio de 2013

Sagacidade

Eis abaixo foto de um documento tirado por um aluno que é integrante desse blog. O diploma de um curso de inglês do Centro Interescolar de Línguas.



sexta-feira, 10 de maio de 2013

Autenticidade_ Certidão de Nascimento_ Jocicléia Pereira da Silva_ 11/0032454




 Olá pessoal, minha atividade escolhe uma Certidão de Nascimento, onde descreverei alguns itens de seguraça da mesma.



Atualmente as certidões de nascimento passaram a ter um novo modelo para garantir maior transparência:
Ø  O número de matrícula (que fica na parte superior do documento) se tem acesso a todos os dados. “Essa matrícula apresenta o código do próprio cartório, que serve para localizar onde é o cartório, o número do livro, folha e qual o termo e no final o computador gera um dígito verificador para dar maior segurança a essa certidão”.
Ø  Papel Timbrado;
Ø  Selo do Cartório
Ø  Assinatura e carimbo do tabelião.
Ø  Papel especial fornecido pela Casa da Moeda
Ø  A palavra “autentico” estampada ao fundo, que será visível apenas sob lâmpada ultravioleta.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fluxo documental

Fluxo documental produzido no software Bizage, representando a solicitação de novos talões de notas fiscais, desde o contato com a Receita até a sua disponibilização ao setor de vendas.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Exercício Autenticidade.
Características que compõem o cheque e quais são os mecanismos utilizados para dificultar falsificações.

Os dados impressos em código de barras localizados no rodapé de cada cheque conferem com os dados impressos na 1.ª linha na parte superior do cheque. 
 
1 - Imagem que aparece na mesma posição tanto no verso quanto na frente do cheque, e que olhando contra a luz coincide perfeitamente, normalmente o logotipo do banco.
2 - Linha de segurança, diferente em cada folha de cheque
7 - Desenhos com tintas especiais reflexivas que, quando escaneadas, mudam de cor, normalmente o logotipo do banco.



Fonte das Imagens:

http://www.chequeclonado.com.br/